O sentido da nossa existência
O mundo, as sociedades, panóplias de vivências que vão do firmamento ao inferno na ínfima distancia que separa duas casas vizinhas, ou dois momentos de uma mesma vida.
Pensar a nossa existência passa pela tentativa ingrata e inexequível de descobrir o segredo da Humanidade “Quem somos, de onde vimos, para onde vamos”. Todos nós reprovamos neste exercício, de analfabetos a catedráticos, de desgraçados a milionários, de cristãos a muçulmanos, sendo isto prenúncio de uma única certeza absoluta, a limitação do ser humano.
O ser humano, ser divino merecedor de um céu e um inferno, não passa de um ser que, sendo humano – porque fala, possui o dom da linguagem –, não tem o leme do seu destino. O que hoje é “A” amanha será “B”, o que hoje é a felicidade de uma vida farta amanhã será a tristeza de sofrer um dos truques do destino.
No seguimento da reflexão anterior, e sendo que este artigo se destina aos leitores do BLOG da ROTARACT, deixo aqui algo de muito pessoal que, tendo inspiração em mensagens de grandes pensadores, traduz exactamente aquilo que sinto sobre a metáfora da nossa existência:
“O paraíso, meus senhores, não é mais do que a junção dos pequenos momentos, pedacinhos de céu, resultantes da possibilidade de provocar um sorriso naqueles que pelas vicissitudes da vida desistiram de sorrir”.
A ROTARACT é uma óptima oportunidade de poderes atribuir um sentido à tua existência, junta-te a nós…